Cafe Com Idéias

Abril 30, 2008

Quem é Jeff Koons?

Arquivado em: Personalidades — Café Com Idéias @ 1:28 pm
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Se alguém, por acaso, abrir o site do Google hoje, verá como tema uma obra de Jeff Koons. Mas… Quem é Jeff Koons?

(York, Pensilvânia, 1955) Vive e trabalha em Nova York. A obra de Jeff Koons engloba todas as técnicas artísticas, desde a instalação e a fotografia, passando pela pintura e pela escultura, até manipulações em computador. Em 1972 estudou arte e design no Maryland Institute College of Art, em Baltimore, onde se interessou especialmente pela pintura bizantina e pela arte pop americana. Em 1975 estudou no Art Institute of Chicago, fazendo amizade com o professor Ed Paschke. Em 1976 instalou-se definitivamente em Nova York. A partir de 1977 começou a produzir obras próximas ao principio do “ready-made” de Duchamp, utilizando objetos ordinários apresentados de uma nova maneira, atípica. Desta fase faz parte os primeiros Inflatables, brinquedos infláveis em plástico representando flores e coelhos. Além dos infláveis, Koons também incorporou aparelhos domésticos (como aspiradores de pó, panelas, tostadeiras), deslocados de sua função primeira. Nos anos 80, desenvolveu os chamados Equilibrium Tanks, bolas de basquete em equilíbrio perfeito com o líquido, tudo dentro de uma caixa de vidro, os quais necessitaram de consultoria de físicos conceituado. Em 1985 realizou sua primeira exposição individual em Nova York, com temáticas que englobavam a biologia, o equilíbrio e a sobrevivência. Ainda a década de 80, realizou (mais…)

T-63 COM A 85 - JÁ SABE COMO VAI FICAR?‏

Arquivado em: Goiânia — Café Com Idéias @ 12:17 am
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Veja como ficará o viaduto da Avenida 85 com a T-63 em Goiânia…

T-63 com a 85

Abril 27, 2008

Sonho Lúcido [Comentário]

Arquivado em: Curiosidades, Onirismo — Café Com Idéias @ 11:30 am
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Um amigo meu leu o post abaixo e fez um comentário. Achei o que ele escreveu bem interessante e resolvi tranformar em post. Segue abaixo:

Ahh, enfim, pessoas que me entendem, pessoas que pensam como eu, vivem o que eu vivo. Bom, é interessante isto. Uma única pessoa tinha conversado comigo e experimentado da mesma sensação, a paralisia: um falecido amigo.

Bom, a primeira vez que me ocorreu a paralisia, tive desespero, não demonstrei isto porque estava juntamente com outras pessoas. Aconteceu, há uns 4 anos atras, na sala de aula, eu acabei adormecendo na sala de aula e derrepente alguém estava me chamando na porta para conversar comigo e uma colega foi me acordar para ver o que a pessoa na porta queria comigo. Me cutucou. Eu acordei, senti a moça me cutucando, me chamando, me balançando. Eu estava ouvindo, estava sentindo, queria falar, queria se mexer, mas nada acontecia. Tive um pequeno pânico. Logo consegui se mexer e atender quem me chamava. Interessante que as pessoas na sala de aula não perceberam o que aconteceu comigo, apenas pensaram que eu estava num sono profundo e não conseguia acordar. Esta foi a única vez que aconteceu-me a paralisia ao acordar.

Depois de vários meses aconteceu-me novamente, mas agora eu tinha a paralisia do sono na hora em que estava começando a dormir e não na hora em que estava acordando. Algumas vezes tive terror, ficava tentando me mexer na cama, falar e nada acontecia. Depois comecei a gostar e a procurar conseguir chegar a esta paralisia sempre tentando encontrar este estado de transição entre o acordado e o dormindo. Eu ainda não tinha pesquisado sobre o assunto, este tópico foi a primeira coisa que eu li sobre, mas já tinha esta idéia de que a paralisia do sono acontecia justamente neste estado de transição. Quando acontece agora fico mais tranquilo. Gosto. Tento brincar comigo mesmo. Só que ainda não consigo projetar uma imagem agradável e sonhar com aquilo. Mas uma vez consegui provocar a paralisia na qual tive uma fantasia muito interessante. Eu era uma entidade do bem lutando contra uma entidade do mal, algo como um demonio. Eu tinha espada, poderes e então nós lutamos. Foi complicado. Eu não lembro o que aconteceu mas foi uma experiencia muito interessante. Apartir de agora vou tentar criar situações quando acontecer novamente. Gostei da experiencia do rapaz o qual é citado no tópico. Uma vez consegui a paralisia com os olhos abertos. Eu estava deitado na cama, olhos fixos para a porta aberta do meu quarto. Senti medo porque eu esperava entrar alguma entidade maligna pela minha porta e como estava paralisado não poderia me mexer. Geralmente minhas paralisias levam-me ao medo pelo desconhecido e pelo fato de eu imaginar seres que podem me fazer mal.

A úlima vez que me ocorreu foi na semana passada. Eu tinha dormido pouco. quando durmo pouco geralmente fico “viajando” nas coisas por exemplo, quando estou ouvindo alguém conversar então separo algumas palavras que a pessoa está pronunciando e combino com coisas que gosto ou que estou estudando paralelamente e acabo fazendo alguma fórmula, alguma teoria virtual, algo geralmente sem sentido. Então, ok, voltando a semana passada, eu estava na van de manha indo de Anápolis para Goiânia, onde estudo, tinha dormido pouco, e então estava com muito sono e resolvi dormir durante a viagem. E as vezes eu acordava. Uma das das vezes que eu acordei percebi que estava dormindo com a boca aberta, quanto acordei ainda estava com a boca entre aberta, mas eu não conseguia fechar, foi então que percebi a paralisia. e não consegui abrir os olhos, estava acordado, com a boca aberta. E comecei a ter ilusões visuais e sonoras. Foi muito interessante quando eu me dei por conta. O que aconteceu é que eu vi as outras pessoas que estavam na van apontando para mim e rindo porque eu estava dormindo de boca aberta. Eu podia escutar as pessoas rindo e podia ver os sorrisos. Eu não podia me mexer, estava com raiva das pessoas que estavam rindo de mim, então a única coisa que eu consegui mover foi a lingua, mostrei a lingua para as pessoas, isto mesmo, tirei a lingua para fora da boca. Mas era tudo um sonho lúcido. Eu consegui sair da paralisia e enfim abri os olhos e o que aconteceu, uma surpresa, quando abri os olhos, todos na estavam dormindo, apenas eu acordado com a boca aberta e a lingua pra fora. Foi uma situação muito engraçada que eu consegui construir sozinho. Eu estava vendo e ouvindo os outros rindo de mim, mas na verdade estavam todos dormindo. Então eu misturei a realidade com o sonho, porque eu realmente tirei a lingua para fora da boca, não apenas no sonho, de verdade e então eu acordei com a lingua fora da boca. Foi uma experiencia muito interessante.

E engraçada também )

De qualquer forma, é muito interessante o sonho lúcido.
vou tentar fazer mais vezes. E para quem consegue controlar é muito bom.

Um abraço.


Outro abraço douttox e valeu pela contribuição!

Abril 25, 2008

Sonho Lúcido

Arquivado em: Curiosidades, Onirismo — Café Com Idéias @ 5:46 pm
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Ultimamente eu tenho tido um problema que é quando eu acordo e fico paralisado, sem conseguir falar e nem me mover por alguns instantes… Até comecei a ficar preocupado com isso, resolvi então consultar o Senhor do Conhecimento (google.com) pra saber o que poderia ser isso. Veja abaixo o que eu achei, se tiver tempo, leia até o final, vale apena…
 
Paralisia do Sonho e o Sonho Lucido.

Cleber Monteiro Muniz

Algumas pessoas relatam que, às vezes, sofrem uma paralisia corporal ao se deitarem para dormir. Afirmam que, deitadas, perdem os movimentos e a capacidade de falar, ficando com o corpo pesado e “duro”, preso à cama. Então, dizem, ouvem vozes, escutam passos, vêem estranhas cenas ou pessoas e de desesperam.
Como nossa cultura não é, infelizmente, amadurecida no campo onírico e nem tampouco para o contato com o mundo do inconsciente, não somos preparados para experiências desta natureza. Como resultado, não sabemos o que fazer quando caímos na paralisia do sono, sendo tomados pelo medo.

Alguns experimentam intenso terror, supondo que estão enlouquecendo ou prestes a morrer. Outros, supersticiosos, crêem que o “diabo” os persegue e até que os sufoca.

O medo se deve ao desconhecimento. Na verdade, a paralisia do sono corresponde a um estado não usual de consciência no qual atingimos lucidamente o limiar entre a vigília e o sonho. Em outras palavras: nossa consciência se encontra em um ponto limítrofe entre o mundo vígil e o mundo onírico.

Obviamente, não estou me referindo à narcolepsia ou a estados patológicos similares, nos quais a pessoa desfalece mantendo a consciência em situações arriscadas como durante o trabalho ou no trânsito. Refiro-me apenas à paralisia que algumas vezes enfrentamos durante estados de relaxamento profundo, logo após nos deitarmos ou acordarmos pela manhã.

Não devemos confundir a paralisia do sono, que é inofensiva, com narcolepsia, que é um distúrbio.

É importante diferenciar o patológico do inócuo. A inofensiva paralisia analisada aqui surge quando nos acomodamos para relaxar, dormir ou “tirar um cochilo”. Ocorre em situações facilitadoras do sono, podendo aparecer na fase inicial ou final deste. Não se impõe contra a nossa vontade em situações inadequadas ou de risco, como durante o ato de dirigir ou trabalhar.

Esse estado limítrofe nos oferece a oportunidade de experimentar um tipo especial d sonho: o sonho lúcido. Se, ao invés de nos deixarmos tomar pelo medo, soubermos aproveitar a situação de imobilidade para trabalhar com a imaginação, adentraremos conscientemente ao nosso mundo dos sonhos.

Durante a paralisia do sono, estamos às portas do nosso universo onírico. Em tal fase, podemos reverter o processo letárgico ou dar-lhe continuidade.Se nos aterrorizarmos ante a impossibilidade de movimento e as percepções alteradas, o reverteremos. Se nos mantivermos tranqüilos e permitirmos que o processo natural do sono tenha continuidade, teremos a experiência fantástica do sonho lúcido. É uma experiência cobiçada por muitos.

Nos sonhos normais, nunca percebemos que estamos sonhando. Sempre acreditamos estar acordados: fugimos dos perigos, nos preocupamos em resolver os problemas com os quais nos deparamos, tememos as reações das pessoas e animais com os quais estamos sonhando, etc.

No sonho lúcido, esta falta de discernimento não existe. O sonhador compreende que está sonhando e age de acordo com esta compreensão.

Durante a fase intermediária entre o sono e a vigília, começamos a ter percepções alteradas, os primeiros contatos imediatos com o mundo fantástico. Os nossos pensamentos adquirem alto grau de nitidez e podem ser vistos e ouvidos como se pertencessem ao mundo exterior. As vozes, sons, imagens e toques que percebemos são imaginais, isto é, são formas mentais. Não obstante, seu impacto realístico e nitidez (numinosidade) são intensos e espantam as pessoas que ainda não estão familiarizadas com isso. Nossos medos, desejos, anelos, frustrações, etc, se corporificam em imagens mentais cujas formas apresentam afinidade com o teor dos sentimentos que as geraram.

Aqueles que almejam a experiência do sonho lúcido procuram induzir a paralisia do sono por meio do relaxamento consciente. Ao atingi-la, saltam para o outro lado de suas existências.

Caso tenhamos interesse em aproveitar a paralisia corporal para obtermos uma experiência onírica consciente, podemos nos valer de um procedimento muito simples: uma vez atingida a imobilidade, projetamos uma imagem mental qualquer que nos agrade procurando vivenciá-la lucidamente, ou seja, nos empenhamos em interagir com a mesma sem perder a recordação de que é mental e onírica. Então, logo nos vemos dentro de um sonho lúcido.

Poderíamos dizer, em outros termos, que colaboramos conscientemente com o processo natural do sono-sonho ao invés de detê-lo pelo medo. Após o estado de paralisia corporal vem o estado de sonho propriamente dito. Se vivenciarmos lucidamente as imagens mentais que se formam nesta fase inicial do sonho, logo as mesmas se apresentam ante a nossa consciência como se fossem tridimensionais.

Fui procurado certa vez por um rapaz que era freqüentemente jogado na imobilidade contra a sua vontade. Havia apelado para médios, sacerdotes e orações para resolver o “problema”. Não obteve sucesso algum. A paralisia persistia contra todos os seus esforços e os de sua mãe em suprimi-la.

O jovem estava muito preocupado. Havia sido educado na religião cristã e acreditava que as trevas fossem povoadas por entidades infernais. Temia o ataque de algum demônio na escuridão da noite. Sua mãe estava, na época, tentando contatar um exorcista.

Imaginemos por um instante seu desespero: paralisado na cama, no escuro, ouvindo vozes estranhas com intenso impacto realístico e, ainda por cima, sentido-se prestes a ser atacado por um demônio sem poder mover-se ou fugir.

Instruí o rapaz a respeito da paralisia e indiquei-lhe alguns textos para leitura. Fizemos juntos uma análise de suas crenças religiosas, do teor das percepções alteradas que experimentava, da natureza dos sonhos, do mundo inconsciente e do que a paralisia significava em outras culturas diferentes daquela em que ele vivia. Ele logo ficou tranqüilizado e feliz. Começou a aproveitar a situação de imobilidade para ter sonhos lúcidos e, hoje, chega a se lamentar quando não a atinge. O “problema” se transformou em algo desejável ao encontrar seu sentido e seu curso.

A paralisia do sono perde seu caráter terrificante quando permitimos que cumpra sua função propiciadora de experiências transcendentes.

Muitas vezes, a paralisia do sono é denominada “pesadelo”, o que nem sempre é correto. Um pesadelo é um sonho terrível, com monstros, assassinatos, torturas, sangue, cadáveres, etc. A paralisia é a imobilidade do corpo, a incapacidade de mover-se e de se levantar. É acompanhada por alucinações e, às vezes, pro uma pseudo-asfixia.

A pessoa corretamente instruída a respeito das etapas de instalação dos estados oníricos pode reagir com naturalidade ante a imobilidade corporal, sem desespero. Foi esse o caso de um afeiçoado aos sonhos lúcidos que estudou comigo.

O rapaz estava deitado e profundamente relaxado. De repente, sentiu que não podia se mover ou falar:

“Eu tentava falar, mas a voz não saía. Tentava levantar, mas não conseguia. Eu vi que já estava começando a dormir”.

Havia atingido paralisia e algumas percepções alteradas o assaltaram:

“Ouvi o som de passos de alguém subindo pela escada. A pessoa chegou e abriu a porta sem virar a chave. Pensei: Eu tranquei a porta. Como a pessoa conseguiu abrir?”

“Depois eu ouvi, na sala, o som de um riacho, de água… Riacho dentro da minha sala? Que absurdo! Já são as cenas do sonho”…

Em seguida, voluntária e conscientemente, o estudante se imagina em pé, diante da porta. A imagem onírica da porta e de sua pessoa em pé se concretizam ante sua consciência. Ele está lá, frente à porta, vivenciando a cena com o mesmo impacto realístico que teria se pertencesse ao mundo vígil. Não obstante, sabia que seu corpo dormia e que experimentava um estado de realidade incomum:

“Como sabia que estava dormindo concluí que só podia estar dentro de um sonho e resolvi aproveitar para brincar”.

“Abri a porta e saí. Ao invés de descer a escada e ir para a rua, para fora, eu fui para o quintal. No quintal, sabendo que estava em um sonho tentei flutuar. Não consegui”.

“Tentei mais uma vez, não consegui de novo. Eu estava eufórico pela sensação de poder voar então resolvi me acalmar”.

Tentei, com toda a calma e lentidão, flutuar levemente e bem baixo. Consegui! Flutuei até a laje da minha casa. Olhei ao redor. Tudo estava igual. Olhei o céu: tinha nuvens e, mesmo assim, era um sonho! Eu sabia que estava dormindo”.

“Então, agora confiante, corri e dei um grande salto do alto da laje, sem medo. Comecei a subir com uma velocidade enorme! Um vento bem real começou a soprar contra o meu rosto, que nem quando a gente anda de carro rápido e põe a cara prá fora”.

“O vento começou a ficar cada vez mais forte e eu me assustei. Então acordei”.

Neste caso, a paralisia possuía um significado especial para o sonhador, que a via como um indicador de que o estado onírico se aproximava. Era o sinal de que iniciaria uma viagem através da noite, de que a hora de passear pelo mundo interior havia chegado.

Além do mundo usual da vigília há um outro mundo: o dos sonhos.É um mundo que pertence à dimensão do inconsciente, sendo constituído por imaginações espontâneas, anelos, desejos, recordações, traumas… Na fase da paralisia, estamos às portas desse estado de realidade incomum. As culturas antigas, primitivas e orientais desenvolveram, ao longo da história, métodos para colocar a consciência em contato direto e seguro com esse mundo misteriosos.

O mundo dos sonhos é real à sua própria maneira, infelizmente, nós, ocidentais modernos, somos ainda muito atrasados nesse campo. Preferimos evitar a espinhosa questão relacionada com a concretude da psique a encarar a crua realidade do mundo onírico.

* Ilustração: Bragança Paulista (SP): A caminhada de olhos vendados é uma das dinâmicas mais constantes e uma das que mais estimulam o inconsciente, dentro da proposta do Grupo.
 
Fonte: http://www.jornalinfinito.com.br/series.asp?cod=21

O mais interessante, é que eu já tive alguns desses sonhos conscientes, mas há muito tempo. Acho que a correria da vida me tirou esses prazeres. E, como sou um amante do mundo onírico, achei bem legal isso, agora é constatar se realmente funciona comigo.

Fevereiro 13, 2008

UnB - A NOVELA

Arquivado em: Notícias — Café Com Idéias @ 7:36 pm

NovelaGloboToda história começou por volta do dia 21 de janeiro, quando a Promotoria de Justiça de Tutela das Fundações e Entidades de Interesse Social ajuizou ação de destituição de dirigentes contra a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) , acusados de superfaturar contratos e utilizar de forma irregular o patrimônio da fundação.

Um dos maiores gastos de recursos da parceria entre a Fundação da Universidade de Brasília (FUB) e Finatec foi direcionado para o imóvel funcional da UnB utilizado pelo reitor da Universidade, Thimothy Mulholland. Foram mais de 470 mil reais dos cofres da Finatec para mobiliar e reformar o apartamento, localizado na Asa Norte.

Pronto! A partir daí desencadeou uma série de notícias que deixou a população e , principalmente, os estudantes, boquiabertos.

Veja um cronograma das principais manchetes a respeito do assunto:

23/01 - Ministério Público pede intervenção na Finatec (Jornal Nacional)
23/01 - MPDF ajuíza ação contra fundação ligada à UnB (Correioweb)
24/01 - Dinheiro público pelo ralo - MP diz que fundação, ligada à UnB, usou irregularmente R$ 100 milhões (Jornal de Brasília)
24/01 - Finatec é denuciada por fraudes - Promotor pede afastamento da diretoria da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos(Jornal do Brasil)
24/01 - Prejuízo a ciência e tecnologia - MP acusa fundação ligada à UnB de desvio de função e pede a destituição de toda a diretoria (Correio Braziliense)
25/01 - Justiça pede detalhes - MP terá de esmiuçar denúncia contra fundação ligada à UnB (Jornal de Brasília)
25/01 - Prazo para nova denúncia - Justiça dá 10 dias a promotores para que apontem responsabilidade de cada diretor da Finatec no desvio de função da entidade ligada à UnB (Correio Braziliense)
26/01 - A casa do senhor reitor (Brasília Em Dia)
01/02 - UnB é a universidade que mais gasta com cartões corporativos (Jornal Nacional)
07/02 - Governo e oposição brigam por CPI do cartão corporativo (Jornal Nacional)
09/02 - Reitor da Universidade de Brasília contesta gastos
11/02 - Tucano pede para CPI das ONGs ouvir reitor da UnB sobre reforma em apartamento

 E, por fim, a matéria de hoje do Correio Braziliense:

Reitor dá adeus à mordomia
Sob forte pressão desde que veio à tona o escândalo da milionária decoração da cobertura onde mora, na 310 Norte, o reitor da UnB, Timothy Mulholland, anunciou ontem que deixará o imóvel. No Senado, a CPI das ONGs decidiu intimá-lo para dar explicações sobre os gastos milionários, que incluem lixeiras de quase R$ 1 mil, saca-rolha de R$ 859, escorredor de pratos de R$ 549. No total, a Finatec, fundação ligada a empreendimentos científicos e tecnológicos, gastou R$ 470 mil na compra de móveis e utensílios de luxo para o apartamento. O Ministério Público vai exigir a devolução do dinheiro.

Vamos acompanhar o desfecho desse enredo. Torcendo para que a Pizza não seja o prato servido no final…

Fevereiro 12, 2008

Sejam Bem Vindos

Arquivado em: Geral — Café Com Idéias @ 4:58 pm

Bem vindos ao  CaféComIdéias.WordPress.com.

Senti uma vontade de retornar ao mundo dos blogs, então resolvi criar esse blog. Passei a tarde toda pensando e escolhendo um tema legal para o blog. finalmente cheguei a esse resultado. Acredito que esteja bom pra começo de conversa. Irei fazendo melhoras ao decorrer dos dias.

 O objetivo desse blog é debater sobre temas variados. Pretendo, sempre que possível, convidar pessoas de diversas áreas para falar um pouco sobre assuntos pertinentes a seus conhecimentos.

Estou muito motivado a fazer um blog de qualidade e que agrade a grande maioria.

Espero que gostem…

Boa Leitura! 

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